Automação Industrial

20fev

Ao longo dos anos a contextualização da história sobre a evolução das espécies sempre esteve muito ligada a um gênio da ciência, o naturalista inglês chamado Charles Robert Darwin, que através de suas teorias perante a comunidade científica propôs explicar que a evolução das espécies se dá por meio da seleção natural e sexual, um verdadeiro paradigma ligado ao universo da Biologia.

 

As primeiras observações de Darwin perante a primeira hipótese relacionaram o motivo pelo qual diferentes espécies de plantas eram encontradas em locais do planeta muito diferentes e distantes entre si, a segunda hipótese apresentada relaciona a origem dos seres vivos e junto a isso o povoamento nos continentes pelas plantas por meio da dispersão das “sementes” através das correntes marítimas.

 

Da seleção natural aos dias atuais, a semente é o insumo agrícola que possuí o seu maior valor agregado, toda a engenharia genética aplicada ao longo dos anos visa expressar em números o volume de produtividade de uma determinada cultura sendo ela “commodity” ou não, as exigências produtivas modernas de sementes de alto padrão de qualidade demandam alta multiplicação e disseminação rápida e eficaz, garantindo sempre características de evolução de um material genético hibrido superior a cada novo ciclo de produção de uma determinada cultivar.

 

Comercialmente falando, as sementes sejam elas híbridas ou não, requerem rigorosos padrões de qualidade justamente para garantir o seu maior desempenho no campo quando destinadas à produção de grãos para consumo animal ou humano, é claro que outros cuidados são necessários para se atingir tais padrões e produzir sementes de ótima qualidade mesmo antes de sua industrialização, neste contexto podemos relacionar a escolha do híbrido e a área de plantio, clima, análise e preparo do solo, semeadura, manejo e irrigação, adubação de plantio e cobertura, aplicação de defensivos agrícolas, colheita, transporte, armazenamento e industrialização.

 

No quesito industrialização, a “Automação e Controle Industrial de Processos” na área de sementes está presente de forma maciça em todas as etapas do processo, do recebimento da matéria prima a expedição do produto final sendo ele ensacado ou big-bag. Atualmente na automação das sementeiras são controlas todas as etapas do processo, algumas destas etapas são a despalha e a secagem, debulha e pré-tratamento químico, pré-limpeza e classificação, e o importantíssimo tratamento químico envolvendo as sementes.

 

A aquisição de uma ótima semente está relacionada entre outros fatores a correta mistura e preparação da calda respeitando as dosagens de cada produto em função do tipo de matéria prima, precisão e controle minucioso na pesagem e mistura dos produtos químicos, controle de rastreabilidade dos híbridos, integração entre o sistema de automação e a tratadeira proporcionando a eficácia do processo, são alguns dos aspetos essenciais para garantir que após o ensaque e controle de armazenagem por um determinado período de tempo a semente alcance um alto poder de geminação até o momento do plantio.

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