Automação Industrial

5set

A palavra dosagem tem uma ligação muito interessante com o passado, ainda no Egito antigo, nos primórdios da civilização esse povo desenvolveu as primeiras culturas através da criação de métodos de irrigação por meio de canais, pode-se dizer que naquela ocasião o simples fato de “DOSAR ÁGUA” ao menos no entendimento básico proporcionava um desenvolvimento satisfatório e pleno das lavouras.

 

Se no passado o simples fato de dosar um líquido era primordial para atender à necessidade fundamental de uma planta, imagine estender esse conceito e método para produtos sólidos, sendo mais específico, proporcionar dosagens com fertilizantes sólidos granulados conforme exigência nutricional exigidos por uma cultivar, temos então uma abrangência significativa conhecida como dosagem de líquidos e sólidos.

 

Diante de inúmeras mudanças, a evolução em termos de dosagem não estagnou no tempo, pelo contrário, surgiu cada vez mais a necessidade de novos produtos, aplicações, formulações, máquinas específicas atreladas ao controle de variáveis como temperatura, pressão, vazão, tudo isso com um propósito afim de obter um produto final, com características desejáveis, que na quase totalidade dos casos de certa forma foi dosado ou passou por um processo de dosagem.

 

Daquela época até os dias atuais imaginar o futuro das dosagens de líquidos ou sólidos seria difícil, talvez improvável, logo, áreas como automação, elétrica, mecânica e química juntas, proporcionaram um novo conceito em evolução para dosagens, juntar um líquido e um sólido em uma formulação, desta forma criar a partir de um novo conceito um novo produto, os chamados fertilizantes líquidos para aplicação foliar.

 

De forma geral empregar dosagens envolve as mais diversas finalidades, seja na elaboração de uma mistura de farinhas para bolos ou pães ou ingredientes adicionais para a obtenção de uma cerveja, a composição de uma ração para consumo animal, elaboração de tintas para proteção e tratamento de superfícies etc., porém não basta somente dosar, é preciso rastrear todo o processo e disponibilizar estas informações em relatórios específicos.

 

Pensar em dosagem é pensar em confiabilidade, é empregar a rastreabilidade de matérias primas a um processo qualquer e desta forma obter misturas balanceadas conforme sua composição química, neste contexto falta um elemento importante, utilizar a automação industrial para o pleno controle de todas as etapas envolvendo misturas com algumas poucas gramas até toneladas de produtos, com perfeição.

 

A automação tem uma enorme colaboração na rastreabilidade e dosagem de matérias primas, aliado a este aspecto está um item que merece destaque, a disponibilidade de todo um processo em forma de relatórios, não basta só dosar é preciso mensurar dados sejam eles analíticos ou condensados, mas somente a “automação + rastreabilidade + relatórios” vai proporcionar o equilíbrio fundamental no fluxo do processo produtivo.

Compartilhe

FacebookLinkedIn